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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Com menos aliados e sob o risco de ficar sem Lula, PT faz ofensiva por apoio popular

Lula Caravana
A notícia desta semana de que o ex-presidente Lula será julgado no dia 24 de janeiro pelo Tribunal Regional Eleitoral da 4ª Região (TRF4), em segunda instância, derrubou o ânimo de petistas graúdos. A possibilidade de Lula se tornar inelegível oito meses antes da eleição, balançou as estruturas no partido que já vinha empregando esforços para reorganizar-se depois do caos que começou em 2014, com a Lava Jato. Se por um lado o seu possível candidato tem a maior preferência entre os eleitores, por outro pode ser impossibilitado de seguir adiante.
Antes desta batalha, porém, a legenda entrava na disputa por 2018 sob um desalento que antecedia a eventual saída de seu protagonista. As alianças partidárias que deram sustentação à legenda nas últimas eleições minguaram, com a saída, inclusive, do sempre aliado PCdoB. E o suporte nas ruas quase desapareceu ao longo dos anos em que o Governo esteve em mãos petistas, com a ida de importantes quadros de articulação para a administração do país e a insatisfação dos movimentos sociais e da militância com algumas das políticas adotadas neste período. Sabendo da dificuldade de se reconquistar aliados, já que muitos dos antigos correligionários se juntaram ao atual Governo, o partido foca em tentar recuperar militantes.

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