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terça-feira, 15 de maio de 2018

Assembleia discute importância e valorização da Terapia Ocupacional no RN


A Assembleia Legislativa promoveu, na tarde desta terça-feira (15), uma discussão sobre a importância da atuações dos terapeutas ocupacionais em unidades de saúde no Rio Grande do Norte, assim como a necessidade de valorização dos profissionais da área. Proposta pelo deputado Hermano Morais (PMDB), o encontro mostrou números sobre a profissão no estado e propôs ações para ampliar a possibilidade de formação de novos profissionais e absorção pelo mercado de trabalho.

A terapia ocupacional é uma profissão da área da saúde que promove prevenção, tratamento e reabilitação de pessoas com alterações cognitivas, afetivas, perceptivas e psico-motoras, que podem ser decorrentes ou não de distúrbios genéticos, traumáticos ou de doenças adquiridas. A atividade de um terapeuta ocupacional é voltada para a pessoa e seu grupo social, com objetivo de ampliar o campo de ação, desempenho, autonomia e participação, considerando recursos e necessidades de acordo com o momento e lugar, estimulando condições de bem-estar e autonomia. Por meio do fazer afetivo, relacional, material e produtivo o profissional contribui com os processos de produção de vida e saúde.

Apesar da importância da atuação dos profissionais, o espaço ocupado pelos terapeutas ocupacionais nas unidades de Saúde do Rio Grande do Norte é pequeno, assim como também ocorre a formação de poucos profissionais no estado. Para Hermano Morais, é preciso que esse cenário seja alterado.

"Sabemos da importância da profissão, mas ainda vemos poucos hospitais com terapeutas ocupacionais em número suficiente em seus quadros. Além disso, é importante que se formem mais profissionais da área, o que só será possível com a abertura de novos cursos", disse o deputado Hermano Morais.

Com diversos representantes da categoria no auditório da Assembleia Legislativa, os profissionais falaram sobre o momento atual da profissão no estado. Segundo o presidente da Associação dos Terapeutas Ocupacionais do Rio Grande do Norte (Atorn), Igor Daniel, nenhum hospital no estado, seja na esfera municipal, estadual ou federal, tem número adequado de profissionais da área nas escalas de trabalho.

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