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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Esquerda perde representação no Brasil

Comissão de Assuntos Sociais (CAS) rejeita, por 10 votos a 9, relatório de Ricardo Ferraço (PSDB-ES) sobre a reforma trabalhista. O resultado é aplaudido e comemorado por senadores de oposição. Participam: senador Lindbergh Farias (PT-RJ); senador Paulo Paim (PT-RS); senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR); senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Num pleito marcado pelo crescimento de candidaturas de direita, os cinco principais partidos de esquerda no País – PT, PCdoB, PSOL, PDT e PSB – elegeram 25% menos representantes em relação a 2010, auge dessas siglas nas urnas. Um levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que, em 2018, a esquerda levou 393 nomes para governos estaduais, Câmara, Senado e Assembleias Legislativas nos Estados. Em 2010 (último ano do governo Lula), esse número havia batido em 527.
O PT foi o partido com mais redução no período: neste ano, elegeu 149 nomes para cargos no Executivo e Legislativo, 41% menos comparado a 2010, quando fez 255. Os resultados das urnas mostram que a eleição neste ano foi marcada por forte sentimento antipetista dos eleitores. Já o PSB caiu de 118 para 101; o PDT, de 107 para 84, e o PCdoB, de 34 para 31. Entre os partidos de esquerda no País, só o PSOL cresceu em número de representantes. Passou de dez eleitos, em 2010, para 28 neste ano.

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